Advogada desaparece e deixa família tensa em Teresina
O celular da advogada toca próximo a uma barraca localizada na Barragem do bezerro na cidade de José de Freitas ao norte de Teresina.
A advogada Lyla Káren de Almeida Braga inscrita nos quadros da OAB do Maranhão, mas com militância advocatícia também em Teresina onde reside e milita desde novembro do ano passado, desapareceu após deixar de sua residência em Teresina ontem por voltas das 17hs, localizada Tomaz de Area Leão, Ininga na zona leste de Teresina.
Foto: Divulgação
Advogada Lyla Káren de Almeida Braga está desaparecida.
Lyla é solteira mas muito ligada à família. Um cunhada da advogada procurou nossa redação a pouco e informou que ela sempre comunica pra onde vai e com quem está. “Ela saiu de casa ontem por volta das 17hs, e disse que iria pra casa de uma amiga editar uns vídeos, depois não mais retornou e seu telefone está desligado”, disse o cunhado Lyla ao Pauta Judicial.
Nossa reportagem perguntou ao cunhado se já poderia dá publicidade ao caso, ele pediu um tempo. E agora por volta de meio dia, a família ligou o celular de Lyla já estava ligado. “Daí acionamos a polícia que prontamente entrou em ação”, disse o cunhado.
A polícia localizou o local, onde o aparelho da advogada chama e ninguém a atende. A família se deslocou a pouco para a cidade de José de Freitas onde o telefone da advogada chama e ninguém atende.
O cunhada da advogada disse que a informou que o celular está nas proximidades do barraca do Batista na barragem do bezerra na cidade de José de Freitas. “Quero aqui agradecer o empenho e presteza da polícia militar do 16º batalhão. Assim também como o empenho da guarda municipal de José de Freitas”, destacou o cunhado da advogada.
O comandante do 16 Batalhão da PM acionou mais policiais especializados em verificar imagens de câmeras para vê por onde passou o carro da advogada. Trata-se de um Duster preto da Renault de placa de Belo Horizonte, número.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e refletem o avanço da política de identificação civil no estado.
A operação foi realizada em cumprimento a uma requisição do Ministério Público do Estado do Piauí, que apurava denúncia sobre o funcionamento irregular .