Governador Rafael nomeia 212 Policiais Penais numa só canetada
O governador do Piauí, Rafael Fonteles realiza maior nomeação da história da Polícia Penal do Piauí, com ingresso de 212 novos policiais.
Após prestar depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco, na última sexta-feira (7), em inquérito sigiloso que investigaria o PSB, o irmão do ex-governador Eduardo Campos, Antônio Campos, relatou ter recebido ameaças contra sua vida e integridade física, ao pedir nesta terça-feira (11) proteção à Polícia Federal (PF) e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

“Estão tentando me intimidar como testemunha”, disse o advogado, escritor e presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), ao revelar ter recebido “mensagens estranhas”, em entrevista ao Blog de Jamildo.
Conhecido como Tonca em Pernambuco, o irmão de Eduardo Campos trava uma guerra familiar contra seu sobrinho, o deputado federal e pré-candidato a prefeito de Recife (PE) João Campos (PSB-PE). E relatou nos requerimentos que as ameaças surgiram, após atender à convocação da Procuradoria da República em Pernambuco, e depor durante mais de duas horas, como testemunha no inquérito.
De acordo com seu advogado Weryd Simões, as ameaças aumentaram após o depoimento ao MPF, na investigação aponta supostos ilícitos do PSB, que ele diz desconhecer em detalhes, por ser sigiloso e por seu cliente ser apenas testemunha.
“Após esse depoimento da sexta-feira [7], se intensificaram ameaças. E aí, temendo pela própria vida e pela integridade de sua família, ele tomou a decisão de requerer proteção na condição de testemunha. Porque ele não foi ouvido como réu ou suspeito, mas como testemunha compromissada com a verdade”, disse Weryd Simões, que protocolou os pedidos de Tonca junto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília (DF), e à Superintendência Regional da PF e à Procuradoria da República em Pernambuco.
O Diário do Poder pediu para ter acesso ao teor das mensagens ameaçadoras, mas o advogado disse que Antônio Campos aguarda audiência com o ministro Sérgio Moro para expor toda a documentação e provas e entregá-las para que fique à disposição da Justiça.
Ao depor no MPF, Antônio Campos disse que prestou relevantes serviços à sociedade pernambucana. E alertou que o PSB e forças aliadas ao partido estariam com um plano de ataque para tentar desqualificá-lo. “Estou pronto para me defender. Quem viver, verá!”, avisou.
PSB ou guerra familiar?
Questionado pelo Diário do Poder se saberia do que se trata tal investigação e sobre como se posiciona diante do relato das ameaças ser atribuído ao depoimento de Antônio Campos, o presidente nacional do PSB Carlos Siqueira respondeu o seguinte: “Eu sou político e só falo sobre política. Em assunto familiar não mim corresponde falar [sic]”.
Siqueira disse desconhecer que o PSB seja alvo do inquérito, e deixou no ar dúvidas se o MPF investiga o partido, ou tem relação direta com a batalha familiar do clã Campos-Arraes. “Eu não tenho conhecimento desse inquérito. Portanto, não posso falar sobre o que não conheço. O inquérito, se existe, pode ser contra pessoas do PSB e não contra o partido”, disse o presidente nacional do PSB.
O MPF em Pernambuco não está se pronunciando sobre o caso, segundo a assessoria de imprensa do órgão ministerial.
Tonca declarou no início deste mês que “não virou a página” do conflito familiar, após ter sido xingado de “sujeito pior” pelo sobrinho deputado, em dezembro de 2019, durante reunião da Comissão de Educação da Câmara. O atrito fez o tio de João Campos prometer expor à Procuradoria Geral da República e à Força Tarefa da Operação Lava Jato “o lado obscuro” do clã Campos-Arraes.
O Diário do Poder fez contato com a assessoria do deputado João Campos e solicitou o posicionamento do parlamentar a respeito dos relatos de ameaças envolvendo seu tio e o PSB em Pernambuco. A posição do deputado será publicada, quando for enviada.
Fonte: Diário do Poder

O governador do Piauí, Rafael Fonteles realiza maior nomeação da história da Polícia Penal do Piauí, com ingresso de 212 novos policiais.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e refletem o avanço da política de identificação civil no estado.

A operação foi realizada em cumprimento a uma requisição do Ministério Público do Estado do Piauí, que apurava denúncia sobre o funcionamento irregular .